sábado, 19 de abril de 2014

Vídeo: Foi registrado um grande meteorito no norte da Rússia


Centenas de moradores da cidade russa de Murmansk têm sido capazes de demonstrar e registrar o vôo de um grande meteorito. O fenômeno ocorreu durante a noite passada (horário local). Não houve relatos de danos. 

Em vídeos postados no YouTube você pode ver como o céu noturno iluminado Murmansk por alguns segundos, por um flash brilhante de azul. Este foi o resultado da entrada de um grande meteorito nas camadas densas da atmosfera da Terra. No entanto, aparentemente, o corpo celeste se desintegrou muito longe de nosso planeta.

Murmansk Muitos moradores foram capazes de filmar isso, raro espetáculo cósmico com as câmeras de seus telefones celulares e publicá-la na Internet. Este 22 de abril será capaz de gravar mais vídeos, e espera os Lyrids , uma das chuvas de maiores estrelas do ano.
 
 

Fonte: O correio de Deus

Mosquistos transgênicos são aprovados, mas pesquisadores temem riscos



Um importante, e perigoso, passo foi dado na última semana pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), que aprovou o projeto de liberação de mosquitos geneticamente modificados no Brasil. Os mosquitos transgênicos serão usados para pesquisa e combate a dengue no país. O projeto, que permite a comercialização dos mosquitos pela empresa britânica Oxitec, foi considerado tecnicamente seguro pela CTNBio e, agora, só necessita de um registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser, de fato, liberado.

Para o professor da Universidade Federal de São Carlos (SP) e ex- membro da CTNBio, José Maria Ferraz, em entrevista à Adital, a resposta positiva dada ao projeto, pela Comissão, é um forte indicativo de que o mesmo será feito pela Anvisa. “Com certeza será aprovado, o próprio representante do Ministério da Saúde estava lá e disse que, frente às epidemias de dengue, era favorável à aprovação do projeto.”

Ferraz faz duras críticas à aprovação concedida pela CTNBio e ao projeto. “Não existe uma só política de enfrentamento à dengue, mas sim um conjunto de ações, além disso, não há garantias de que os mosquitos liberados também não carreguem a doença, ou seja, vão liberar milhões de mosquitos em todo o país, sem antes haver um estudo sério sobre o projeto. É uma coisa extremamente absurda o que foi feito. É uma insanidade, eu nunca vi tanta coisa errada em um só projeto.”

Outro grande problema apontado por Ferraz é o risco de se alterar, drasticamente, o número de mosquitos Aedes Aegypti. Uma possível redução pode aumentar a proliferação de outro mosquito, ainda mais nocivo, o Aedes Albopictus, que transmite não só a Dengue como outras doenças, a Malária por exemplo. Além disso, ele denuncia que falhas no projeto podem desencadear ainda a liberação de machos não estéreis e fêmeas, dificultando o controle das espécies. “O país está sendo cobaia de um experimento nunca feito antes no mundo. Aprovamos esse projeto muito rápido, de forma irresponsável.”

Os resultados prometidos pelo projeto podem ser afetados, por exemplo, caso haja o contato do mosquito com o antibiótico tetraciclina, que é encontrado em muitas rações para gatos e cachorros. “Basta que os mosquitos entrem em contato com as fezes dos animais alimentados com a ração que contenham esse antibiótico para que todo o experimento falhe.”, revela Ferraz.

Entenda o projeto

De acordo com a Oxitec, a técnica do projeto consiste em introduzir dois novos genes em mosquitos machos, que, ao copularem com as fêmeas do ambiente natural, gerariam larvas incapazes de chegar à fase adulta, ou seja, estas não chegariam à fase em que podem transmitir a doença aos seres humanos. Além disso, as crias também herdariam um marcador que as torna visíveis sob uma luz específica, facilitando o seu controle.

Fonte: Pratos Limpos ,  Adital G1 , Portal Brasil , Nos dias de Noé

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Assista!!!!


Nova ilha nasce no mar de Laptev




No mar de Laptev, ao largo da costa da Yakútia, foi descoberta uma nova ilha. Cientistas acreditam que ela apareceu no local exato onde outrora estava a ilha Vasilievsky, que desapareceu sob as águas há mais de 80 anos.

A terra firme recém-descoberta não deve desaparecer, acreditam especialistas, e depois de ser estudada ela aparecerá no mapa da Rússia.

Em fotografias tiradas de helicóptero se podem ver claramente os contornos da nova ilha – uma cadeia em forma de crescente, cujas pontas se juntam, formando uma lagoa. A ilha foi observada pela primeira vez no outono do ano passado. Pilotos militares, ao sobrevoarem a costa do mar de Laptev, notaram no mar um pedaço de terra firme não mencionada em mapas. Eles fixaram as coordenadas da nova ilha e começaram a observá-la.
Durante o inverno ela cresceu consideravelmente, disse à Voz da Rússia o hidrobiólogo do centro meteorológico de Tiksi, o engenheiro Alexander Gukov:

“Agora vê-se que isso é um amontoado de elevações no meio de um campo plano de gelo. Estes cumes de gelo formaram cadeias que revelam o contorno das elevações da superfície. Mas, aparentemente, essa ilha tem se elevado acima do nível do mar desde o final do outono e o gelo se empilhou sobre ela na forma de vários blocos de 10 metros. Isso confirma água rasa aqui. E também se vê que a ilha existe, que nada lhe aconteceu, e que no verão elá será visível acima da superfície da água.”

Os cientistas presumem que a nova ilha apareceu no lugar da ilha Vasilievsky, que foi descoberta e mapeada em 1814. Ela pertencia ao arquipélago de ilhas da Nova Sibéria. Segundo dados da Expedição Hidrográfica do Oceano Ártico, do início do século passado, o comprimento da ilha Vasilievsky era de cerca de quatro quilômetros e meio, a altura das costas era de até 15 metros. No entanto, isso não salvou a ilha, e com o tempo ela acabou sendo erodida por ondas. E em 1936, desapareceu completamente.

A nova ilha é muito menor em tamanho – cerca de 150 por 150 metros. Em mares do Ártico o surgimento e desaparecimento de pedaços de terra é um fenômeno frequente, nota o investigador principal do Instituto de Geografia da Academia de Ciências Russa Andrei Glazovsky:

“No Ártico, ilhas surgem devido ao fato de que o gelo marítimo, movendo-se em águas rasas, pode juntar depósitos e formar cumes assim. Às vezes, eles podem aparecer acima da água, formando pequenos ilhéus. Eles são, em geral, de vida curta. Este é um meio de formação de terra. O segundo – são ilhas puramente de gelo. Quando um iceberg ou gelo do mar encalha no fundo do mar e se fixa lá. Acima da água fica uma parte do gelo que também parece ser uma ilha. O terceiro meio são vulcões de lama em plataformas árticas que podem criar tais estruturas adicionais como ilhas ou restingas.”

Cientistas planejam desvendar o mistério do surgimento da nova ilha no mar de Laptev muito em breve. Uma expedição internacional está planejada para o verão. Cientistas da reserva de Ust-Lena, dos institutos de pesquisa Ártico e Antártico do Centro de Hidrometeorologia russo, do ramo de Potsdam do Instituto de Pesquisa Polar e Marinha, irão desembarcar na ilha para colher amostras de solo, determinar a idade das rochas e também fazer medições geomorfológicas. Após uma extenso estudo a ilha aparecerá nos mapas da Rússia.

Fonte: O correio de Deus