quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Os filhos de Deus


Vede quão grande caridade nos tem concedido o Pai: que fossemos chamados filhos de Deus. Por isso, o mundo não nos conhece, porque não conhece a ele. 
  Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.
  E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.
  Qualquer que comete o pecado também comete iniquidade, porque o pecado é iniquidade.
  E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os nossos pecados; e nele não há pecado.
  Qualquer que permanece nele não peca; qualquer que peca não o viu nem o conheceu.
  Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como ele é justo.
  Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.
  Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus.
                         1 João 3. 1, 9

Ele voltará!!!!!



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Escritório troca senhas por implante de chips nos funcionários






Passar o crachá para entrar no escritório é coisa do passado, pelo menos para os funcionários do Epicenter, um novo prédio de escritórios construído na Suécia. Em vez dos métodos tradicionais de identificação, como os cartões e a digital, foi oferecido aos 400 trabalhadores do edifício o implante de um chip. que pode ser usado não apenas para abrir portas, mas para uma infinidade de outros serviços.

— Nós queremos poder entender essa tecnologia antes que grandes corporações e governos cheguem a nós e digam que todos devem ter um chip. O chip da Receita Federal, o chip do Facebook ou do Google — disse à BBC Hannes Sjoblad, diretor de tecnologia do escritório.
O pequeno chip de identificação por radiofrequência (RFID) é implantado nas mãos dos funcionários. O repórter da BBC Rory Cellan-Jones foi um dos chipados. Ele conta que o procedimento, feito por um tatuador, é rápido, mas dolorido.
— Foi um momento de dor, não muito pior que uma injeção — contou.
O chip serve para entrar no edifício, abrir portas de escritórios e liberar o uso da copiadora, mas, em breve, deve ganhar outras funções, como realizar pagamentos na cantina ou liberar o uso de computadores.
 
Fonte: EXTRA